18
maio

Que país é esse?

Existe um lugar em que a corrupção não é endêmica, cultural e tolerável.

Existe um lugar onde políticos corruptos de qualquer envergadura vão para a cadeia e de lá não saem.

Existe um lugar onde onde os valores postos em prática são os de aperfeiçoamento constante de todos e para todos.

Um lugar onde os heróis são cientistas, soldados e professores. E não os jogadores de futebol, dançarinas e políticos.

Um lugar onde seus filhos tem educação e saúde dignas. Onde seus filhos podem andar sozinhos pelas ruas a qualquer hora.

Um lugar onde a vida humana tem muito valor.

Um lugar onde seus filhos podem ter um futuro decente e digno. Rankeado entre todos os países do mundo, com um dos lugares mais TOP de qualidade de vida, educação, saúde, cultura e satisfação.

Um lugar com o maior número de títulos acadêmicos per capita.

O problema é a falta de empregada doméstica.

5 Comentários

  1. Alexandre

    Empregada doméstica são as brasucas, argentinas, filipinas e etc.
    Um país onde não tem moradia, onde echad ohel sheni, onde tem gente trabalhando de graça em troca de uma vaga num quarto (workaway.info).
    Um país onde você não pode confiar em ninguém, principalmente se for seu conterrâneo – brasuca é um pedindo dinheiro emprestado para o outro e dando calote.
    Um país de IDH alto só para os sabras nativos, pois a maioria dos olim chadashim vem do terceiro mundo – já viu algum oleh chadash australiano ou dinamarquês? Eu não.
    Um país para onde antes de fazer aliyah você tem que implorar e se ajoelhar para a sochnut, que te atende mal, isso quando atende, que não estão nem aí para você, esses burocratas ordinários – eles escolhem quem eles querem atender. E o governo deixa eles fazerem o que querem, já que estão longe e não estão sendo fiscalizados.
    Um país onde existe o Nefesh bNefesh só para americanos e canadenses, o resto é tratado de outra forma ( e ainda afirmam que todos são tratados de forma igual, pois é uma democracia).
    Um país onde existe a paranóia do “who is a Jew” – parece que voltamos ao tempo das infames leis de Nurenberg, por causa desses rabinos idiotas que ficam alienando os outros, principalmente os jovens.
    E finalmente um país para onde fogem gangsters do mundo todo – esses sim é que tem dinheito para comprar apartamento, como aquele pilantra da construtora Atlantica – felizmente a PF prendeu o picareta em Madrid. Senão, o bandido estaria livre,leve e solto.
    Estas são as verdades, algumas delas.
    Futuro decente e digno? Todo israelense já conheceu alguem que morreu em pigúa (atentado). Eu mesmo conheci. Ninguém em Israel sabe se vai estar vivo daqui a meia hora. As verdades incomodam, não é?
    Sejam felizes. Eu apenas digo o que sei.

  2. Alexandre

    Concluindo: Israel não é primeiro mundo, mas é o país que a gente gosta mesmo assim.

    Aqui no Brasil a auto-estima anda muito em baixa; cuidado para não pintar Israel de cor- de-rosa: vejam o país como ele é sem ficar idealizando demais.

    É interessante como as pessoas tem diferentes visões de Israel: se é um sabra veterano, ou um oleh chadash, ou outro oleh chadash que não deu certo e saiu, ainda o tipo de oleh, se é religioso ou não, etc, etc,etc,etc…

  3. Jonas

    Valeu Alexandre!

    Tirou as palavras da minha boca.

    Um país que tanto quanto o Brasil luta pra se entender oque é, que vive desde um universo de apartheid em territórios ocupados, passando pela enfervercencia cultural de Tel Aviv e terminando nas vilas comunistas dos Kibbutz.

    O único lugar onde ser judeu é ser o judeu aceito por um único ramo do Judaísmo.

    E realmente um país que tem uma a agência de viagem governamental (Sochnut/Agência Judaixa) que tem tudo que você espera de um sistema burocrático.

  4. Danny

    1 – Israel não luta para se entender. Está muito claro na declaração de Independência do Estado de Israel qual o entendimento de Israel.
    O que pode ocorrer é que certas pessoas ou grupos, lutem para entender o que esta ali escrito, ou não entendam porque não concordam com seu conteúdo.

    2 – O que muitas pessoas entendem/veem/iludem como “apartheid em territórios ocupados” não existia antes dos Acordos de Oslo. Com o controle militar israelense que existia até Oslo, Judeus chegavam de bicicleta até as praias de Gaza e palestinos trabalhavam em Israel sem saberem que existiam muros e CheckPoints. Judeus e palestinos bebiam café juntos nos barzinhos de Iehuda e Shomron. O resto da historia está bem documentado. Logo o motivo da separação nada tem a ver com racismo como você quer iludir, mas com medias de segurança.

    3 – Jerusalém é uma cidade que tem 1.000x mais “enfervercencia cultural” do que Tel Aviv. Entendo que a relevância em citar Tel Aviv como exemplo é devida a uma percepção do que seja cultura. Não estou dizendo que não há cultura em Tel Aviv. A cidade é uma potência cultural. Mas é um erro de nosso tempo confundir cultura com entretenimento.

    4 – Não existem mais kibbutzim comunistas. Faz uns 30 anos que eles deixaram de existir ou tornaram se capitalistas, Hoje em dia so existem comunistas em Tel Aviv e Hamallah.

    5.1 – No mundo todo um único ramo do judaísmo aceita quem é judeu. Isso é parte da liberdade de expressão e tolerância religiosa.
    5.2 – Israel fornece cidadania israelense por critérios que na maioria dos casos não tem a ver com religião do candidato ou Halacha.
    5.3 – Um pais democrático e laico pode eleger a definição oficial de religião que queira. Somente não é função de um Estado Laico, converter pessoas para uma religião ou alterar a religião.

    5 – Quanto a burocracia da Sochnut ( quem não é uma agencia de viagem), peço para reclamar direitamente com a mesma através dos canais adequados.. Se eles me pagarem bem, eu os defenderei.

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