QUEM SOMOS

Bnei Darom

QUEM SOMOS

Bnei Darom

A emigração para Israel com origem na América Latina apresenta um fluxo contínuo praticamente desde a fundação do Estado, em 1948. Desde o final da década de 1990 e até os dias de hoje, esse movimento sofreu picos que coincidiram com as principais crises econômicas que afetaram a região. Em 2015, o número oficial de brasileiros que se mudaram para Israel, por exemplo, bateu um récorde histórico: 486 imigrantes.

Os dados acumulados mostram que de 1919 até 2015, quase 110.000 latino-americanos mudaram-se para Israel.

Por outro lado, os números que refletem a saída de imigrantes de Israel chamam a atenção: de acordo com dados do Escritório Central de Estatística de Israel, entre 1996 e 2009 chegaram a Israel 28.384 novos imigrantes provenientes da América Latina. Neste mesmo periodo, deixaram o país cerca de 12.700 latino-americanos. Ou seja, a entrada líquida foi de apenas 15.684 pessoas, equivalente a 55% do total de imigrantes no período.

Além disso, um estudo também produzido pelo Escritório Central de Estatística3 com base nos anos de 1996 a 2009, mostra que a cada ano, de todos os imigrantes que deixam o país, cerca de 76% são novos imigrantes, contra 24% de imigrantes veteranos.

Estes dados nos levam a crer que o início do processo de imigração é um momento crucial para que a absorção de um imigrante tenha sucesso no longo prazo . Portanto, é importante entender quais são os principais fatores que afetam a adaptação nesta fase.

De acordo com um estudo elaborado pelo Ministério de Imigração e Absorção4, as áreas nas quais os olim latino-americanos mais enfrentam obstáculos são língua (70% passaram por dificuldades) e inserção no mercado de trabalho ( 62% passaram por dificuldades).

As dificuldades no idioma certamente tem impacto em todas as demais áreas, e afetam diretamente a vida social e cultural do imigrante. Apesar de 82% se dizerem satisfeitos com sua absorção e 69% sentirem que Israel é sua casa, a satisfação com a vida cultural e social é mediana (40%).

Na mesma direção, uma pesquisa da Ruppin Academic Center5 traz uma informação muito relevante: dentre os olim de todos os países que chegaram a Israel entre 2002 e 2010, apenas 12,6% dizem que a maioria de seus amigos são israelenses nativos. Isso significa que para 87,4% dos novos imigrantes, o círculo de amigos é composto em sua maioria por outros imigrantes (69,5% imigrantes de seu país de origem e 17,8% imigrantes de outros países). Essas proporções se suavizam levemente no caso de imigrantes veteranos.

Diante deste cenário, nasceu o Bnei Darom, conjunto de iniciativas voltadas para aumentar o percentiual de sucesso da imigração latino-americana, através do estímulo a aliá e o desenvolvimento de ambientes de absorção e integração em Israel. 

O escopo das atividades engloba:

Elaboração de material didático para instituições educativas na América Latina

Publicação de artigos voltados para hasbará (esforços de relações públicas para contrabalançar posturas tendenciosas da imprensa internacional em relação a Israel) em blog exclusivo

Organização e apoio na estruturação de comunidades de latino-americanos em várias cidades de Israel;

Gestão e apoio a programas de intercâmbio para jovens em busca de educação judaica, crescimento espiritual e absorção em Israel

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